terça-feira, 8 de maio de 2012

Frutas, um doce remédio



Elas podem garantir energia e bem-estar, além de prevenir doenças. Se você não está incluindo alimentos funcionais na sua dieta porque acha complicado, agora não tem mais desculpa. Com um tipo de fruta por dia, você pode somar bons pontos à sua qualidade de vida. Vai uma maçã?
Que frutas você comeu nos últimos doze dias? Se demorou para lembrar, talvez esteja trocando fatias de mamão ou uma bela maçã por doces ou chocolate. Isto é, está ameaçando o seu peso, o seu equilíbrio nutricional e deixando de lado alguns dos melhores sabores da mesa! Novos estudos reforçam cada vez mais a importância dos alimentos funcionais para uma vida saudável e a boa notícia é que as frutas estão entre os principais objetos de atenção dos pesquisadores. Poderosas, elas são capazes de proteger células contra processos degenerativos e de envelhecimento, prevenir uma lista de doenças, revitalizar sistemas inteiros, devolver energia ao seu corpo. Segundo o PhD Amy Gasper, cientista do Institute of Food Research, na Noruega, e membro da British Nutrition Society, a incidência e a progressão de doenças crônicas são, pelo menos em parte, decorrentes da falta de fitoquímicos, entre eles, os carotenóides e os fl avonóides presentes numa dieta rica em frutas e vegetais. “O efeito protetor é comprovado em estudos epidemiológicos, em células de animais, nos quais esses componentes apresentam atividades antioxidante e antiinfl amatória, e reduzem a proliferação celular”, descreve.
Atualmente, os brasileiros enfrentam o aumento de doenças crônicas degenerativas, devido a um estilo de vida desequilibrado, que envolve maus hábitos alimentares e sedentarismo. “O consumo regular de alimentos funcionais, como as frutas, pode ser uma alternativa para conter o avanço dessas enfermidades”, afirma Jocelem Mastrodi Salgado, pesquisadora e professora titular de Nutrição da Escola Superior Luiz de Queiroz (Esalq/USP) e presidente da Sociedade Brasileira de Alimentos Funcionais. Portanto, somos o que comemos, sim! A alimentação tem um papel fundamental na nossa qualidade de vida — e, claro, na falta dela. Nesse caso, puxe o freio e reveja seus hábitos. Viva Saúde levantou uma lista de 12 frutas para você incluir uma por dia à sua dieta e depois repetir a dose! — uma arquitetura nutricional simples, que fará toda a diferença para a sua saúde e para o seu bem-estar.

ABACATE
Recentemente, pesquisas têm demonstrado que o abacate é rico em beta-sitosterol e glutatoína. O primeiro auxilia na redução dos níveis de colesterol e o segundo age como antioxidante. Pode, ainda, oferecer proteção contra o câncer oral, de garganta e outros tipos da doença. Estudos comprovaram que o abacate também regula os níveis de colesterol no sangue. Cardiologistas australianos observaram o efeito dos alimentos sobre os níveis de colesterol no sangue em 15 mulheres. Na dieta com o abacate, esses níveis diminuíram cerca de 8,2%, comparando com 4,9% na dieta sem a fruta. Cientistas demonstram, também, que sua gordura monoinsaturada pode aumentar as taxas de HDL (o colesterol bom) e diminuir o colesterol total, mas tem pouco efeito sobre o colesterol ruim, a fração LDL. No Japão, na Universidade de Shizuoka, outras pesquisas comprovam os poderes do abacate contra toxinas que prejudicam o fígado. Entre 22 frutas, mostrou-se o mais eficaz para diminuir os danos provocados no órgão por fatores semelhantes aos causados por hepatites virais. Mas atenção: segundo estudiosos, é preciso consumir meio abacate pequeno, de três a quatro vezes por semana, para se obter os benefícios encontrados nas pesquisas.

Saúde no prato
Além das funções nutricionais, os alimentos funcionais produzem efeitos metabólicos e fisiológicos benéficos à saúde. Não são remédios, mas apresentam componentes capazes de prevenir doenças ou reduzir seu risco. A influência deles na saúde tem sido pesquisada em relação às doenças cardiovasculares, câncer, hipertensão, diabetes, doenças inflamatórias, intestinais, certas afecções reumáticas e mal de Alzheimer. O uso de alimentos na prevenção de doenças é uma prática milenar, mas foi só a partir de 1990 que o termo e o conceito de ‘alimento funcional’ se tornaram mais conhecidos do público.

AÇAÍ
O fruto é considerado um alimento de alto valor calórico, com elevado percentual de lipídeos, além de rico em proteínas e minerais. O óleo extraído do açaí é composto de ácidos graxos de boa qualidade, com 60% de monoinsaturados e 13% de polinsaturados, tipos de gordura que ajudam na redução do colesterol LDL. Possui teor de proteínas superior ao do leite (3,5%) e ao do ovo (12,49%). É rico em minerais, como potássio e cálcio e, dentre as vitaminas, pode ser destacada a E (tocoferol), um antioxidante natural que atua na eliminação dos radicais livres.

ACEROLA
Rica em naringenina, hesperidina, monoterpenos, compostos fenólicos encontrados nas frutas cítricas, que, além de conter vitamina C (30 a 50 vezes mais do que a laranja), contam com a ação antioxidante das flavononas. Você pode substituí-la sem perder em nutrientes, por lima, limão e tangerina.

BANANA
Rica em frutooligossacarídeos (FOS), oligossacarídeos não-digeridos pelo organismo, que no intestino são metabolizados pela flora bacteriana. “Sua fermentação ajuda no crescimento de bactérias úteis, como lactobacilos e bifidobactérias, importantes para regular o trânsito intestinal, diminuir o risco de câncer de cólon e favorecer a oposição a bactérias patogênicas (enterobactérias)”, diz a nutricionista de São Paulo, Fernanda Pisciolaro, membro da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso). É fonte de potássio, mineral que garante o bom funcionamento dos músculos.

Use alguns truques e ganhe com as variações do dia-a-dia
Os pesquisadores são unânimes em afirmar que para obter os benefícios das frutas é necessário ingeri-las diariamente e na quantidade mínima de uma porção. Por exemplo: duas laranjas, dez morangos, uma acerola, uma a duas maçãs, uma banana. Mas, é claro, não se pode viver apenas de frutas. Elas devem compor ou complementar refeições com opções saudáveis, como fala Jocelem Mastrodi Salgado, professora da Esalq. “Deve-se substituir, o consumo de carne de vaca, embutidos e outros à base de carne vermelha, por soja e derivados (especialmente carne de soja e isolados protéicos de soja) ou peixes, ricos em ômega 3”. Para aproveitar melhor os poderes das frutas, ela recomenda variar as opções para oferecer ao organismo diferentes benefícios. Sempre que possível, consuma a casca, que concentra importantes ativos, como no caso da maçã. Sucos também são bem-vindos, quando ingeridos na hora e, de preferência, sem coar — para preservar as fibras. Se não gosta só da fruta, experimente-as em saladas, polpas batidas com iogurte, gelatina sem sabor com suco ou a massa de um bolo com a polpa da fruta preferida.

DAMASCO
Rico em betacaroteno, com importante função antioxidante, combate os radicais livres. Contém ainda grande teor de potássio, mineral que ajuda a baixar a pressão arterial e evitar o acidente vascular cerebral. Ah, possui zero de gordura!

LARANJA
Conhecida por ser fonte de vitamina C, os poderes dessa fruta foram reforçados por novo estudo publicado pelo The American Journal of Clinical Nutrition, em 2006, que comparou a influência dos alimentos ricos em vitamina C no envelhecimento da pele. Ficou comprovado que as pessoas que incluíam a laranja na dieta, apresentaram menos rugas do que as que a consumiam em menor quantidade. Outras pesquisas revelaram que a casca de laranja é rica em limonóides, substâncias que podem prevenir e controlar o desenvolvimento de certos tumores ao evitar os danos das substâncias tóxicas nas células do organismo.

MAÇÃ
Um dos seus maiores poderes está na pectina, uma fibra solúvel que ajuda a reduzir os riscos de doenças cardiovasculares. Estudos recentes demonstraram que outros compostos benéficos à saúde — polifenóis e os flavonóides —, presentes na casca e na polpa, protegem as células da ação dos radicais livres, retardando o envelhecimento, e o organismo de uma série de doenças, entre elas, o câncer. Segundo o Journal of Medicine Food, o consumo diário de duas maçãs durante 12 semanas provocou a diminuição dos níveis de LDL oxidado, em média de 20%. Outra pesquisa, realizada pela Universidade de Cornell e publicada na revista Nature, verificou que 100 g de maçã fresca pode ser mais benéfico do que um comprimido de 1.500 mg de vitamina C. Seus antioxidantes naturais seriam mais eficazes do que os encontrados em suplementos dietéticos.

MANGOSTÃO
Também conhecida como mangostin, ou ‘fruta da rainha’, é originária da Ásia, onde é considerada como uma das frutas mais saborosas Frutas do mundo. Cultivada no Brasil desde 1940, não é muito popular em todas as regiões do país. Composto por agentes fenólicos, o mangostão tem ação altamente antioxidante, o que impede a oxidação do colesterol ‘ruim’. Além disso, é riquíssimo em fibras e tem distribuição bastante equilibrada de nutrientes. Segundo Jocelem Salgado, que coordenou um estudo sobre a fruta na Esalq, o mangostão já entra na composição de suplementos dietéticos nos Estados Unidos.

Desde a infância
O consumo diário de frutas ou sucos à base delas nos primeiros meses de vida é essencial para prevenir várias doenças até a fase adulta — das provocadas pela falta de vitaminas aos problemas cardiovasculares, diabetes e diverticulite. As cítricas — limão, laranja e tangerina — são ricas em vitamina C, pectina e bioflavonóides, que têm papel importante na absorção do ferro, afastando a anemia. Para os bebês, recomenda-se, a partir do segundo mês, oferecer suco de beterraba com laranja, fonte de ferro. Mas não pode faltar na dieta deles uma porção diária de maçã com casca (rica em fibras e bioflavonóides), manga (vitamina A e fibras), banana (potássio), mamão (betacaroteno e vitamina C), morango, amora e uvas roxas (bioflavonóides).

MORANGO
Possui três ativos (ácido elágico, catequina e delphinidin), compostos fenólicos com ação antioxidante. O ácido elágico, outro antioxidante, possui mais de uma atividade anti-cancerígena. “Além disso, essa fruta é bastante rica em fibras solúveis, que auxiliam na redução do colesterol”, reforça a nutricionista Mariana Del Bosco Rodrigues, do Departamento de Nutrição da Abeso. A amora e a framboesa são opções com os mesmos nutrientes.

PAPAIA
Ação: possuem carotenóides (luteína, betacaroteno e zeaxantina), com diversas propriedades anticancerígenas e também fortalecem o sistema imunológico. Protegem a retina contra a radiação solar, reduzindo assim o risco de degeneração macular. Também são ricos em vitamina C e fibras. Se preferir, substitua pela manga.

TOMATE
Uma das frutas mais poderosas. Rica em licopeno, um poderoso antioxidante, a sua absorção pelo organismo é muito maior quando em molhos concentrados do que em tomates frescos. Se não quiser consumi-los em rodelas, acrescente uma xícara de molho ao sugo no almoço e no jantar. O cozimento quebra as paredes celulares resistentes, fazendo com que o licopeno se torne mais acessível, aumentando a sua absorção pelo organismo. Não existe ainda uma dose recomendada de licopeno. O tomate fresco tem entre 3,1 e 7,74 mg de licopeno por 100 g de peso. O processado tem entre 11,21 mg e a lata de concentrado 30,07 mg. Para um molho que garanta os benefícios do licopeno, Jocelem Mastrodi Salgado recomenda cerca de seis tomates inteiros (quanto mais vermelhos, mais licopeno) batidos no liquidificador. Conserve em geladeira.

UVA ROXA
Top entre os superalimentos, é rica em resveratrol, que previne o dano celular, reduz o crescimento tumoral e diminui o risco de câncer de pele. Outro nutriente é a catequina, um composto fenólico que tem papel na proteção cardiovascular, diminuindo a fração do colesterol ruim (LDL) — o mesmo efeito do vinho tinto. Os fenólicos reforçam a cartilagem, reduzem o risco de derrame, bloqueiam a formação de pedras nos rins e ajudam a conter o avanço de doenças degenerativas no cérebro. Já o ácido elágico, presente na fruta, é um fitoquímico com propriedades antioxidantes.

Revista Viva Saúde

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Quero parar de comer carne. O que fazer?


Abolir o consumo de carne da alimentação diária não é uma tarefa simples e exige cuidados para que esta seja uma escolha saudável. Por motivos religiosos, preocupação com os animais, ideologia ou até mesmo para garantir uma alimentação benéfica ao organismo, o vegetarianismo tem sido cada vez mais considerado uma opção viável à dieta alimentar, um novo estilo de vida. Não existem dados precisos sobre o número de adeptos no Brasil, mas segundo pesquisa sobre hábitos alimentares realizada pelo grupo Ipsos 28% das pessoas “têm procurado comer menos carne”.
“O aumento do número de restaurantes especializados, de produtos destinados aos vegetarianos e até de visitantes em nosso site sinalizam que o interesse pelo assunto é crescente”, afirma Marly Winckler, presidente da Sociedade Vegetariana Brasileira.
Especialistas consultados, sustentam que a ingestão de carne, desde que moderada, não acarreta problemas para a saúde. Quem decidir riscar o produto do cardápio, porém, deve atentar para a substituição adequada dos nutrientes abundantes na carne vermelha, frango e peixe. “O primeiro passo é buscar a orientação médica para compor um cardápio alimentar que supra todas as necessidades antes preenchidas pelos alimentos de origem animal”, explica Dan Linetzky Waitzberg, professor de gastroenterologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) e nutrólogo do Hospital Santa Catarina.
Quem não busca orientação tem mais chances de sofrer as consequências de uma dieta pobre. “Os vegetarianos devem ter maior atenção no que diz respeito à ingestão de vitamina B12, cálcio, zinco e ferro”, lembra a nutricionista Juliana Ruas, do Hospital Sírio-Libanês. “Se a pessoa não tiver a alimentação adequada, pode ter anemia ferropriva (deficiência de ferro), anemia perniciosa (deficiência da B12) e desnutrição protéica, já que não consegue consumir todos os aminoácidos essenciais”, completa a nutricionista Michele Trindade, do Instituto de Metabolismo e Nutrição (Imen).
As recomendações se tornam ainda mais específicas e relevantes em determinadas fases da vida. “Pela própria fisiologia do envelhecimento, os idosos têm uma redução da capacidade de digestão e absorção dos alimentos”, explica Waitzberg. “Então, precisam ser acompanhados bem de perto por geriatras e nutricionistas”.
Soluções - O segredo de cardápios propostos por profissionais gabaritados é que eles trazem combinações de alimentos capazes de facilitar a absorção de alguns nutrientes. Por exemplo, de nada adianta fazer uma lasanha vegetariana e cobri-la com molho branco. Isso porque o cálcio – presente no leite e, portanto, no molho branco – atrapalha a absorção do ferro. O correto seria: “Combinar alimentos que contêm ferro com outros com grande quantidade de vitamina C, que potencializa a absorção”, diz Trindade.
Outra dificuldade está na vitamina B12. Produzida por bactérias, ela está presente principalmente nos alimentos de origem animal – já que os animais se alimentaram delas ou as abrigam no intestino. Normalmente, no caso de vegetarianos estritos, essa vitamina precisa ser suplementada.

Como substituir a carne? Alimentos de origem não animal que fornecem os nutrientes adequados

Os especialistas atentam ainda para um cuidado especial: os novos vegetarianos tendem a comer carboidratos em excesso. Sem as carnes, sobram as batatas-fritas, pizzas, arroz e muito queijo. “Ao contrário do que as pessoas imaginam, se houver um consumo exagerado de queijos e ovos, o vegetariano pode até ganhar peso”, afirma o endocrinologista Luciano Giacaglia, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz.
Winckler lembra que a alimentação para uma pessoa vegetariana pode ser bastante saborosa e variada. “Vegetariano não come só salada e não é difícil encontrar alimentos”, diz. “Para alguns pode ser difícil no começo, mas aos poucos você sente a diferença de uma alimentação saudável”, complementa.

Tipos de vegetarianismo - Variações da dieta que exclui carne

Ovolactovegetarianismo: composta de alimentos de origem vegetal, ovos, leite e derivados. As carnes são totalmente excluídas.
Lactovegetarianismo: composta por alimentos de origem vegetal, leite e derivados. Todos os tipos de carne e também ovos são proibidos. A dieta é popular na Índia
Ovovegetarianismo: composta apenas por alimentos de origem vegetal e ovos. Carne e produtos lácteos e derivados são excluídos.
Vegetarianismo estrito: composta exclusivamente de alimentos de origem vegetal. Carnes, ovos, laticínios e todos os demais produtos de origem animal são excluídos


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7 dicas para vencer o sentimento de inferioridade



1. Não tenha expectativas altas demais. Se você alimenta sonhos que estão além de suas possibilidades, é provável que se decepcione e se sinta imprestável quando pressentir o fracasso.
2. Faça suas próprias escolhas. O mundo está cheio de pessoas que tentam controlar a mente e a vida dos outros. Isso é errado e prejudicial. Procure assumir o controle de sua vida.
3. Compare-se com você mesmo. Esqueça as façanhas dos outros. Tente valorizar as suas conquistas, melhorando um pouco a cada dia. Lembre-se que os modelos não são perfeitos.
4. Orgulhe-se de suas pequenas realizações. É comum a pessoa com baixa estima minimizar seus feitos. Aprenda a receber elogios.
5. Elimine as críticas negativas. Se você é muito autocrítico, premie-se com uma trégua; se recebe muitas críticas dos outros, mude o que eventualmente esteja errado ou ignore-as.
6. Aceite a vida do jeito que ela é. Não fique sonhando com irrealidades, lamentando isso ou aquilo. Você pode até não gostar de sua vida, mas deve aceitá-la. Esse é o caminho para transformá-la no que gostaria que fosse.
7. Exerça o direito de crescer. Só não cresce, psicologicamente, quem está morto. Quanto mais maduro você for, menos sentimentos de inferioridade terá.

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Diet, ligth ou zero?


Diet, ligth ou zero?
Esta é uma pergunta quase sempre ouvida todas as vezes que se pede ao garçom um refrigerante, por exemplo. A resposta é dada automaticamente pelo consumidor, que muitas vezes não sabe sequer o que está pedindo. Qual é realmente a diferença entre um produto e outro? É importante saber que não só os refrigerantes são diet, ligth ou zero. A família é grande e inclui desde leite, iogurte, pão, geleias e requeijão, até chocolates em geral, e barrinhas de cereais, por exemplo.
Por vezes, a diferença pode parecer tão insignificante, que tentar entender o que cada um significa e pagar a mais pelo produto pode parecer não valer a pena. Afinal, geralmente esses alimentos são mais caros que os tradicionais.
Segundo a nutricionista Roseli Ueno Ninomiya, especialista em nutrição para adolescentes, a confusão toda é porque as diferenças entre os termos são bem sutis. Muitas pessoas pensam que os produtos assim rotulados são sinônimos, diz. Isso é verdade principalmente no caso dos diets e lights.
Aqui no Brasil, os produtos conhecidos como diet ou light, passaram a ser conceituados e rotulados sob os mesmos parâmetros adotados nos Estados Unidos e na Europa. Para facilitar a identificação por parte do consumidor, os fabricantes devem especificar o perfil do produto na embalagem e destacar a palavra light ou diet ou zero. Para que o consumidor possa se sentir seguro e protegido é preciso verificar os rótulos. Por isso, também, é importante saber as diferenças existentes em cada um. Vamos lá então, decifrar cada um deles.

Diets
São alimentos desenvolvidos para pessoas com alguma necessidade fisiológica específica. Por exemplo, os diabéticos necessitam da isenção do açúcar refinado, os hipertensos precisam da redução ou isenção de sódio no alimento e pessoas com doença celíaca não podem ingerir glúten.
É obrigatório que o rótulo tenha a especificação do ingrediente que foi retirado ou substituído da formulação. A confusão começa quando as pessoas acreditam que, ao usar os produtos diet irão perder peso. Isso é um erro, porque nem sempre ocorre a redução de calorias nos alimentos. É importante destacar que os produtos diet não são sinônimos de remédio, ou seja, que são para uso somente de pessoas com doenças diagnosticadas. Afinal, existem aqueles indivíduos que desejam apenas ter uma boa alimentação.

Light
Os produtos com a denominação light são alimentos desenvolvidos para pessoas que visam a qualidade de vida e manutenção da saúde. Apesar do termo em inglês light significar leve, os produtos não têm necessariamente o objetivo de contribuir para a perda de peso. Não é porque são light que promovem a redução de calorias na fórmula. O produto light deverá ter pelo menos 25% a menos de certo ingrediente em relação à receita original. Pode ser, por exemplo, 25% ou mais na redução de calorias, 25% ou mais na redução da lactose, 25% ou mais de redução de sódio e assim por diante.

Zero
Esses alimentos foram desenvolvidos como opção para os que buscam a isenção de determinado ingrediente. Por exemplo: isenção de açúcar ou de gorduras com consequente redução de calorias ou isenção de um ingrediente em relação à receita original. Os refrigerantes 0% de açúcar podem ser consumidos por diabéticos. Lembrando que o zero pode também ser dietou light.
Segundo a Associação Nacional de Assistência ao Diabético (ANAD), os alimentos diet, light e zero não são funcionais, ou seja, não possuem eficácia médica. “São apenas alternativas para que o consumidor elimine calorias, gorduras e açúcares de sua dieta”, ressalta a nutricionista Lígia Hernandes, gerente de Marketing e Produtos da Wow! Nutrition.

Refrigerantes na mira
Todo mundo sabe que tomar refrigerante faz mal para a saúde, pois além de tudo, não possuem um só nutriente. Por isso, a indústria lançou as versões light, diet e zero da bebida para não perder o consumidor. Mas será que isso resolve? Quando em 2009 a Proteste avaliou 24 tipos de refrigerantes, o resultado não foi nada animador. Além de encontrar ingredientes que não constavam do rótulo, os refrigerantes, incluindo osdiet, light e zero possuem muito açúcar e podem comprometer a saúde de crianças e adultos. Além disso, veja o que eles encontraram:
Corantes impróprios para crianças (amarelo crepúsculo, proibido em países europeus por causar hiperatividade e o amarelo tartrazina, que pode causar alergias).
Edulcorantes (adoçantes artificiais). Podem ser ainda piores que o açúcar natural. O ciclamato de sódio e a sacarina, por exemplo, que são retirados do petróleo, possuem sódio suficiente para aumentar a pressão arterial. Além disso, crianças e grávidas só devem ingerir produtos com edulcorantes por orientação médica.
Ácido benzoico – substância que pode aumentar os sintomas de hiperatividade.
Benzeno – substância cancerígena, resultante da combinação dos ácidos benzoico e ascórbico (vitamina C). A Organização Mundial da Saúde, OMS, afirma que não há um limite seguro para a ingestão de benzeno. Na avaliação feita pela Proteste, 7 dos 24 refrigerantes testados possuíam esse ingrediente.
Ácido fosfórico – presente nos refrigerantes de cola, reduz a absorção de cálcio, podendo causar osteoporose.
Sódio – Algumas bebidas ofertavam até 31% desse elemento na composição.

[Fonte: Vida e Saúde – Nov 2011, p.14 a 17]

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O caminho do bem-estar


Dez passos para manter a saúde física e mental

- Se você não se sente bem, busque a causa e, por meios naturais, procure corrigi-la. Se não souber como fazê-lo, ou necessitar de ajuda, recorra a profissionais.
- Permita que seu corpo cure a si mesmo. Para isso, mantenha-o livre de produtos tóxicos e alimente-o corretamente.
- Desfrute do contato com a natureza, respire ar puro no campo, na montanha, na praia. O oxigênio é imprescindível para a vida.
- Use água abundantemente, tanto por fora (banhos, duchas) como por dentro, para manter o organismo perfeitamente hidratado, limpo e melhorar ou eliminar certas doenças.
- Sempre que puder, e com a devida proteção e cuidado, beneficie-se da luz solar, antes das nove horas da manhã e depois das quatro e meia da tarde.
- Faça exercício físico diariamente, de acordo com suas preferências e possibilidades; mas, pelo menos, caminhe!
- Durma aproximadamente oito horas por dia. Além disso, dedique um dia da semana para descansar e regenerar a saúde mental e espiritual. Uma vez por ano desfrute de férias.
- Abstenha-se de todo tipo de droga.
- Recupere a capacidade de admirar e descobrir a vida, características de quando se é criança.
- Fortaleça a paz mental afastando as atitudes negativas que prejudicam a saúde em todas as suas facetas e nutrindo as positivas, que a beneficiam.

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Elimine os agrotóxicos dos alimentos comprados nos mercados!



Enquanto o mercado mundial de agrotóxicos cresceu 93%, o brasileiro aumentou 190%, colocando nosso país em primeiro lugar no ranking de consumo de agrotóxicos no mundo. Além de a substância impactar o meio ambiente, ela também abala a segurança alimentar e a saúde da população.
Segundo dossiê da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), um terço dos alimentos consumidos pelos brasileiros está contaminado pelos agrotóxicos. Os alimentos que mais demandam a substância são a soja (40%), o milho (15%), a cana e o algodão (10%), as frutas cítricas (7%), o trigo (3%) e o arroz (3%).
Cerca de 70 milhões de brasileiros vivem em estado de insegurança alimentar e nutricional, sendo que 90% desta população conso mem frutas, verduras e legumes abaixo da quantidade recomendada para uma alimentação saudável, de acordo com o IBGE. Uma alimentação desequilibrada já é ruim, mas o consumo prolongado de agrotóxicos através da comida é pior ainda, podendo provocar doenças como câncer, malformação congênita, distúrbios endócrinos, neurológicos e mentais.
O ideal para a saúde coletiva seria evitar ou reduzir o consumo dos pesticidas nos cultivos, hortas e na alimentação brasileira. O documento da Abrasco defende a proibição de agrotóxicos já banidos em outros países, mas ainda liberados no Brasil, que apresentam graves riscos à saúde humana e ao ambiente. Enquanto isso não ocorre, os cuidados devem ser tomados por você antes de ingerir os alimentos em casa.

ELIMINANDO A MAIOR PARTE DO RISCO

Deixá-los de molho no vinagre pode ser ótimo para matar micróbios, mas nem sempre funciona quando o assunto é tirar os agrotóxicos das frutas e verduras. A recomendação é sempre preferir os alimentos orgânicos, mas quando não é possível adquiri-los, a lavagem dos produtos antes do consumo é imprescindível.
Se o agrotóxico utilizado for de superfície, limitando-se a parte externa do alimento, lavar bem com água elimina o risco, como é o caso dos morangos e dos tomates. A dificuldade cresce nas situações em que o agrotóxico penetra o alimento e afeta o seu interior. Nesse caso, a fervura pode inativar os efeitos adversos dos pesticidas. Entretanto, há agrotóxicos feitos à base de zinco ou estanho e à base de metais que nem o aquecimento elimina e não tem como reduzir o perigo ao ingerir.
Para acabar com todo risco de saúde causado por este produto química, apenas uma fiscalização mais rígida e a redução do uso dos agrotóxicos nas plantações, medidas que devem ser regulamentada pela Anvisa, como exige o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec). A agência reguladora já vem trabalhando para garantir o melhor uso dos agrotóxicos nos cultivos e disponibiliza uma cartilha orientando os trabalhadores sobre a utilização do produto, confira aqui.

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quinta-feira, 15 de março de 2012

Suco de Uva e a Memória


“Assim diz o SENHOR: Como quando se acha MOSTO num CACHO de uvas, dizem: Não o desperdices, pois HÁ BÊNÇÃO NELE... ” (Is 65:8)

Uma pesquisa realizada na Universidade de Cincinnati, em Ohio, nos Estados Unidos, concluiu que pessoas que tomam suco natural de uva têm melhor memória do que as que evitam consumir o produto em seu dia a dia. Os cientistas, que submeteram 12 pessoas ao consumo de suco de uva por 12 semanas, acreditam que os antioxidantes são os principais responsáveis pela notável melhora no grupo submetido à experiência. As enzimas, minerais e vitaminas que podem melhorar a memória podem ser encontradas em grande escala na casca da fruta ou em seu composto. A pesquisa foi liderada pelo médico Robert Krikorian, que apresentou as conclusões durante a conferência International Polyphenols and Health, realizada em Yorkshire, na Inglaterra.

"Enquanto não se notou nenhuma diferença significativa no grupo que não foi submetido ao tratamento, aqueles que tomaram suco de uva natural demostraram uma relevante melhora no aprendizado", disse Krikorian.

Segundo os pesquisadores, o levantamento baseado no consumo da substância sugere um progresso a curto prazo na memória de retenção e espacial, além de um avanço na memória não-verbal.

Krikorian afirma que o suco pode beneficiar, principalmente, idosos, ajudando-os a preservar as funções congnitivas e reverter o quadro de perda de memória, comum na idade avançada.

Um estudo americano realizado em 2006 pela Universidade Vanderbilt indicou que beber sucos de frutas e vegetais pode diminuir os riscos do desenvolvimento do mal de Alzheimer.

Segundo a pesquisa, as chances de adquirir a doença são 76% menores em pacientes que tomam sucos naturais pelo menos três vezes por semana.

REFLEXÃO: “O vinho é ESCARNECEDOR, a bebida forte ALVOROÇADORA; e todo aquele que neles errar NUNCA SERÁ SÁBIO.” (Provérbios 20:1)

Fonte: Meditando em Jesus
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quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Consumo excessivo de adoçante pode causar câncer


Os adoçantes considerados mais prejudiciais a saúde são: a sacarina, ciclamato e aspartame. Os mais indicados são o sucralose e o stévia.
Afinal, adoçantes fazem mal a saúde? Essa é uma pergunta que deixa muitas pessoas preocupadas na hora de servir um cafezinho ou mesmo consumir refrigerantes light ou diet. Constituídos a partir de um edulcorante, os adoçantes tem a capacidade de “adoçar” mais do que o açúcar normal. Atualmente, o consumo do produto tem se tornado normal, contínuo e muitas vezes exagerado. “O adoçante substituí o açúcar não só em casa, mas também vem sendo muito usado pela indústria alimentícia dos produtos diet e light”, explica a nutricionista funcional, Juliana Trevilini Garcia.
Se, por um lado, o açúcar virou vilão, por ter ligação com algumas doenças, entre elas: o diabetes, obesidades, doenças cardiovasculares e pressão alta, os adoçantes também não estão isento de críticas. A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), constatou por meio de um estudo, que vem sendo realizado por mais de 60 anos, que existe uma dose máxima permitida para o consumo de ciclamato, para que a substância não cause malefícios a saúde.
De acordo com a nutricionista funcional o consumo saudável de adoçantes, é possível quando o alimento é ingerido apenas quando necessário e em pequenas quantidades e deve-se privilegiar os que menos agridem o nosso corpo. “Várias pesquisas, mesmo que ainda não conclusivas, apontam que o uso contínuo e indiscriminado de adoçantes, principalmente, aqueles que estão presentes na indústria alimentícia, podem causar câncer”, alerta a especialista.
Os adoçantes considerados mais prejudiciais são o asparte, acessulfame, sacarina, ciclamato, e os mais indicados são o sucralose e o stévia. A Dra. Juliana esclarece que a sacarina e o ciclamato sódico são pouco indicados, pois apresentam níveis elevados de sódio – nocivo aos pacientes hipertensos.
A Dra. Juliana faz uma ressalva em relação ao ciclamato. “Existem algumas evidências com relação a uma atividade do ciclamato como promotor de câncer ou co-carcinogênico e que o uso da mistura ciclamato-sacarina pode estar associada ao aumento no risco de câncer de bexiga”. Já o aspartame e o acessulfame também devem ser utilizados com cautela, por terem suspeitas de serem cancerígenos.
A Stevia rebaudiana é derivada de uma planta e possui alto poder de dulçor, não têm qualquer valor calórico, não altera os níveis de açúcar nem de insulina no sangue, e principalmente, não tem efeitos secundários prejudiciais, apenas apresenta sabor residual. “Embora seja um dos indicados, recomendamos sempre que as pessoas diminuam o consumo e procurem sentir o sabor dos alimentos, antes de adicionar qualquer adoçante”, orienta a nutricionista.
A sucralose é derivada do açúcar da cana. Entre os adoçantes, é o que possui sabor mais próximo do açúcar. “Só não é indicado para pacientes com desordens tireoidianas, por ter em sua composição o cloro.”
Para manter a saúde um dia, a nutricionista orienta fazer uma rotatividade entre o consumo do açúcar mascavo e o stévia e evitar a adição dessas substâncias quando possível em chás e sucos naturais. “Assim, aos poucos, você se acostumará e descobrirá um delicioso sabor no que consome, independentemente, da adição de qualquer substância”, enfatiza a Dra. Juliana.

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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Será que o açúcar pode ser tóxico?


No tempo que você leva para ler essa frase, uma pessoa no mundo morreu de diabetes tipo 2. Duas outras serão diagnosticadas com a doença.
A diabetes tem uma progressão lenta e está ligada com a obesidade, e por isso é considerada “diferente” e “autoinduzida”. Apesar de ser uma “assassina”, não é tão violenta como o câncer e doenças infecciosas. Mas, ao analisar os impactos pessoais e econômicos que ela causa, nós deveríamos dar mais atenção para ela.
De acordo com uma pesquisa da Universidade da Califórnia, o açúcar é um risco à saúde – contribuindo com cerca de 35 milhões de mortes por ano – e por isso deveria ser considerado uma substância potencialmente tóxica como o álcool e o tabaco.
Os pesquisadores dizem que sua ligação com a diabetes é tão grande, que impostos extras deveriam ser cobrados sobre comidas e bebidas com muito açúcar. Eles também recomendam o banimento da venda desse tipo de alimento perto de escolas, assim como restrições de idade nos produtos.
Você deve ter pensado: açúcar? Tóxico? Impossível. A verdade é que existe muita evidência de que o açúcar realmente é perigoso, por ser um fator de duas epidemias irmãs: a obesidade e a diabetes.
Os pesquisadores argumentam que particularmente tóxica é a sacarose – um composto natural formado de glicose e frutose, que é refinado para produzir o açúcar branco e um super açúcar processado. Ambos são adicionados aos alimentos processados – cereais, barras de café da manhã, algumas carnes, iogurtes, sopas e molhos. Ao invés de aumentar o conteúdo de frutas de um alimento, os produtores preferem colocar mais açúcar processado.
O que faz desse açúcar tão perigoso é que a frutose do açúcar refinado é quebrada primeiro no fígado (ao contrário da glicose que é lentamente liberada dos carboidratos complexos, durante a digestão). O rastro que esse açúcar refinado deixa no fígado começa um processo que pode levar até a diabetes tipo 2.
Isso porque altos níveis de açúcar no sangue significam que o pâncreas tem que produzir muita insulina – um hormônio que controla essa quantidade. Com o tempo, o pâncreas se cansa e começa a parar. Ao mesmo tempo, as células do corpo ficam resistentes aos efeitos da insulina, mantendo os níveis de açúcar no sangue muito altos.
É importante esclarecer que isso é diferente da diabetes tipo 1, quando as células do sistema imunológico atacam e destroem as células secretoras de insulina. Isso pode afetar pessoas muito jovens, e não tem relação com a alimentação. A tipo 2 é predominante na meia idade, afetando as populações de países desenvolvidos, e iniciada com uma dieta rica em açúcar e alimentos processados. Ela afeta todos os órgãos do corpo e está ligada com doenças do rim e do coração. Atinge também a circulação sanguínea e os vasos, podendo levar a amputações e cegueira.
Por causa da nossa alimentação, a diabetes tipo 2 está atingindo proporções epidêmicas. No Reino Unido, existem 2,6 milhões de pessoas afetadas, e outras 1 milhão ainda não foram diagnosticadas. O custo dessa situação na saúde é extraordinário. Globalmente, o gasto econômico é estimado em quase R$ 1 trilhão por ano. Para colocar em perspectiva, o custo dos terremotos e do tsunami no Japão foi de R$ 180 bilhões.
Mas ao contrário da ligação entre o fumo e o câncer de pulmão, a relação entre o açúcar e a diabetes não chegou ao público, não se transformando em políticas de saúde. Talvez esteja na hora de tratar a comida com açúcar da mesma maneira que os cigarros. Mas qual a chance de conseguirmos isso quando as cadeias de fast food e indústrias alimentícias estão cada vez mais influenciando as políticas de saúde? [Telegraph]
Ellen G. White já advertia sobre os malefícios do açúcar:
Açúcar não é bom para o estômago. Causa fermentação, e isto obscurece o cérebro e ocasiona mau humor. Manuscrito 93, 1901.
O açúcar abarrota o organismo. Entrava o trabalho da máquina viva. A Ciência do Bom Viver pág 327.
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